Aplicativo permite que usuário compartilhe o estado de espírito em que ele se encontra de forma diferenciada e divertida para os amigos, a partir de vídeos da marca

Prezando por alta tecnologia e buscando uma maior interatividade com os usuários, a AOC, maior fabricante mundial de telas (monitores e TVs de LCD) do mundo, acaba de lançar mais uma novidade: o primeiro aplicativo da marca para o Facebook, o “Como eu estou hoje?” – http://www.facebook.com/apps/application.php?id=211038595617389.

Marketing Moderno

Com muito humor, o aplicativo é composto por alguns vídeos, cujo personagem principal é um ator que encena com caras e bocas as mais diversas emoções que compõem nosso cotidiano: cara de raiva, de apaixonado, de sono, de alegria, de tristeza, de poderoso, entre outras.

A partir do aplicativo, o usuário poderá compartilhar com os amigos, de forma divertida, qual o estado de espírito em que se encontra naquele dia.

“Levar o primeiro aplicativo da marca para o Facebook é a oportunidade que temos de interagir com mais de 30 milhões de brasileiros. As redes sociais possuem uma força de interatividade e relacionamento muito forte, e a partir delas queremos criar essa proximidade com nosso público-alvo”, afirma Vanice Martins Xavier, Coordenadora de Marketing da AOC.

O aplicativo também pode ser encontrado na Fan Page da AOC no Facebook: www.facebook.com/aocdobrasil

Sobre a AOC Brasil

A AOC Brasil está presente no país desde 1997 e possui fábricas em Manaus/AM e Jundiaí/SP (Envision Indústria de Produtos Eletrônicos Ltda.), onde produz monitores e TVs, além de computadores All In One (tudo em um), com marca própria (AOC) e em regime de OEM para os principais fabricantes com operação local. A companhia possui linhas completas, que podem ser encontradas nos principais Distribuidores e Varejistas do mercado. SAC: 0800-10-9539 ou sac@aoc.com.br.

Para mais informações, acesse: www.aoc.com/br – Twitter: @aocbrasil – Facebook: http://www.facebook.com/AOCdoBrasil.

Confira o vídeo:

 

De startup a média empresa, agência de viagens on-line supera todas as expectativas e conquista números expressivos para uma empresa de apenas 24 meses

Entre as conquistas, a agência destaca os aportes recebidos de investidores estrangeiros, a chegada ao México e a operação on-line de turismo de três grandes marcas

Ao completar dois anos de vida, o ViajaNet, agência de viagens on-line, tem muito a comemorar. 200 colaboradores, fechamento de contrato com três grandes marcas para a criação de suas operações de turismo on-line (Saraiva, Yahoo e Comprafacil), dois aportes financeiros de investidores estrangeiros e a abertura de uma filial na América Latina (México) fazem parte das conquistas da agência, que impressiona por ter passado de startup a média empresa em apenas 24 meses.

A companhia, que fechou o ano de 2010 com faturamento de R$ 55 milhões, atribui o sucesso ao posicionamento diferenciado em que se apresentou ao mercado, com fortes investimentos em inovação, além do bom momento da economia, que impulsionou o crédito, especialmente para as classes C e D, maioria entre seus clientes.

2011: ano da consolidação

O ano de 2011 foi marcado pela consolidação da marca, no qual a empresa conseguiu se posicionar como um dos principais players desse mercado, ganhando market sharee, consequentemente, o interesse de investidores, além do alcance da meta de mais de R$ 200 milhões em vendas.

No final de 2010, um grupo estrangeiro, o espanhol IG Expansion, adquiriu parte da agência, o que ajudou a impulsionar a sondagem para o início de sua atuação na América Latina.

Após uma nova rodada de investimentos, dessa vez de US$ 19 milhões, de dois fundos de investimentos americanos, o Redpoint Ventures e o General Catalyst, em maio deste ano, a agência anunciou a expansão das operações para o México, país escolhido para ser o primeiro a receber a atuação da agência após a definição de estratégia da companhia rumo ao mercado latino-americano.

Para atender ao mercado mexicano, o portal do ViajaNet instalou um escritório no país e sofreu uma forte reestruturação, levando à criação de padrões em espanhol e oferecendo serviços locais especializados, de acordo com a cultura local.

Para 2012, a expectativa é iniciar as operações na Colômbia, Venezuela e Argentina.

Transferindo know-how

No início de 2011, o ViajaNet anunciou uma nova atuação dentro de seu negócio: o desenvolvimento de operações de e-commerce de viagens para grandes marcas já consagradas no varejo eletrônico de produtos, mas sem a expertise no mercado de viagens e turismo. Entre elas, a Saraiva, maior rede de livrarias do país em faturamento e uma das maiores redes de varejo do Brasil. O sitewww.saraivaviagens.com.br foi totalmente estruturado pelo ViajaNet e ganhou ferramentas antes encontradas apenas no próprio portal da agência de viagens.

Outras marcas que buscaram no ViajaNet o know-how que precisava para operar no mercado de turismo foram o Yahoo e o Comprafacil.

Novidades e expectativas

Este ano, a empresa alcançou mais uma importante marca, a de 200 colaboradores, com fortes investimentos na profissionalização das equipes, por meio de treinamentos, incentivos e premiações. Agora, cada área ganhou um gerente responsável, totalizando uma equipe gerencial com mais de 10 pessoas.

Outra novidade em 2011 foi o lançamento da plataforma específica para vendas de hotéis com integração com o Google Street View, no qual os clientes podem ver imagens reais do local em 360 graus.

Na parte de aéreo e internacional, a agência investiu em uma nova ferramenta de buscas que traz, de uma única vez, os 200 melhores resultados disponíveis em todas as companhias aéreas do mundo.

De acordo com os sócios-fundadores do ViajaNet, Alex Todres e Bob Rossato, em 2012 as novidades devem ser ainda maiores. “Além da abertura das operações internacionais, estamos preparando grandes novidades para o Brasil, em busca da liderança desse mercado por aqui”, afirmam.

Sobre o ViajaNet:

Atenta ao movimento e crescimento do setor de travel on-line no mercado brasileiro, o ViajaNet é uma agência de viagens on-line que traz diferenciais no atendimento e nos serviços junto ao e-consumidor. Com mais de sete bilhões de tarifas aéreas à disposição do internauta, 100 mil hotéis listados no portal para pesquisa, 900 companhias aéreasseguropacotes turísticos, a empresa conta com infraestrutura de ponta para o atendimento on-line ao consumidor. O ViajaNet é 100% nacional e aposta no mercado brasileiro, oferecendo ao consumidor a oportunidade de descobrir o mundo a um clique de distância. Para mais informações, acesse: www.viajanet.com.br,http://www.facebook.com/ViajaNet@ViajaNet

 

E na minha caça por palestras sobre Mídias Sociais, no dia 8 de junho fui até o SENAC-SP para conferir mais uma apresentação sobre o tema. Organizada pelos alunos de pós-graduação em Gestão de Web, Mídias Sociais: Sabia que estão falando de você? trouxe a famosa discussão sobre a importância de monitorar as redes sociais e como é possível medir os resultados de uma campanha feita neste ambiente.

Sinceramente, esperava uma palestra com mais coisas, porém duas palavras (as quais eu nunca tinha ouvido falar ou, pelo menos, não me lembro) ditas por Luciano Palma, palestrante e consultor estratégico de mídias sociais da LPalma.com, me chamaram a atenção: Taxonomia e Folksonomia.

Estes termos, aparentemente estranhos, fazem referência ao ato da classificação e indexação. Taxonomia era, no princípio, a ciência de classificar organismos vivos, porém Mais tarde a palavra foi aplicada em um sentido mais abrangente, podendo aplicar-se a uma das duas, classificação de coisas (objectos animados, inanimados, lugares e eventos) ou aos princípios subjacentes da classificação. Já a Folksonomia é a forma de indexar informações.

Esta expressão foi cunhada por Thomas Vander Wal. É uma analogia à taxonomia, mas inclui o prefixo folks, palavra da língua inglesa que significa pessoas. O ponto forte da folksonomia é sua construção a partir do linguajar natural da comunidade que a utiliza. Enquanto na taxonomia clássica primeiro são definidas as categorias do índice para depois encaixar as informações em uma delas (e em apenas uma), a folksonomia permite a cada usuário da informação a classificar com uma ou mais palavras-chaves, conhecidas como tags (em português, marcadores)[1].

Mas, no que isso se relaciona com as mídias sociais?

Luciano Palma diz que a criação de hashtag, é a criação da Folksonomia, a indexação livre dos assuntos feita pelas pessoas na rede. Segundo ele o que acontece é uma convergência de informações, pois cada um nomeia uma situação, nas mídias sociais, com uma #tag e depois de um tempo todos passam a usar a mesma #tag. A convergência faz com que a Folksonomia volte a ser Taxonomia, como em um ambiente virtuoso. Um exemplo claro disso é o Trend Topics do Twitter onde ficam as palavras mais utilizadas para nomear um acontecimento.

A folksonomia permite a cada usuário da informação classificar com uma ou mais palavras-chaves, conhecidas como tags, situações ou objetos.


[1] Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Folksonomia. Acesso em 13 de junho de 2011.

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A presença de marcas no ambiente online têm crescido constantemente. No mercado da comunicação, todos os dias, ficamos sabendo de mais uma ação, neste caso, em redes sociais que atraíram ou não seus consumidores. Visando este lado mercadológico, o Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) entrevistou 251 empresas do país, para descobrir quais redes sociais elas mais utilizam com seus atuais e futuros clientes.

Vejam o infográfico que o portal HSM montou a partir dos resultados:

Kendzerski fala sobre publicidade online

Na semana passada, dia 26 de maio, participei do evento “Café COM Internet” edição São Paulo, falando sobre o poder do Google na geração de negócios na web.

Junto com o crescimento das redes sociais, temos acompanhado a valorização do Google quando o assunto são os negócios comerciais. O rei das buscas digitais, disponibiliza inúmeras ferramentas que, se bem trabalhadas, podem incrementar as vendas e fortalecer a imagem de empresas de qualquer segmento de atuação.

Nesta 157ª edição do Café COM Internet, conheci Paulo Kendzerski, diretor presidente da WBI Brasil e consultor em e-business, que palestrou sobre dois grandes temas, que transitam hoje no mercado: busca espontânea e publicidade online

O palestrante mostrou que é fundamental que os sites que desejam ter algum retorno, vindo do Google, precisam estar em primeiro lugar na busca orgânica (resultados que não são pagos), os links não patrocinados devem representar 50% do tráfego do site, e que o primeiro passo para a campanha digital dar errada é investir o que sobrou da verba. Campanhas no ambiente virtual devem ser cuidadosamente construídas e gerenciadas, caso contrário, qualquer erro pode sair mais caro do que se pensa. 

Segundo Kendzerski uma pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que 36% dos americanos consideram que a primeira marca,  que aparece na busca orgânica, é o líder de mercado, 60% das pessoas clicam nos três primeiros resultados e 86% começam a navegação a partir de um site de busca. É preciso compreender como os consumidores usam a Internet no processo de pesquisa e decisão de compra por segmento, mais uma vez o gerenciamento do que acontece na Internet é fundamental. 

A palestra trouxe fatos curiosos em torno do mercado de buscadores. O Bing, por exemplo, serviço de busca online da Microsoft, está crescendo, porém a palavra mais pesquisada nele é Google! Isto acontece devido os aparelhos Microsoft já virem de fábrica com o buscador, mas na verdade ele fica apenas como caminho para chegar ao gigante. Outro exemplo é que, de acordo com informações do Google, no início as pessoas procuravam com uma palavra chave, hoje os usuários digitam até seis palavras para acharem o conteúdo desejado. 

Paulo também falou sobre a dúvida e o mito dos sites em flash. De acordo com suas pesquisas, o Google não indexa sites feitos em flash, porém existem alguns que ficam em primeiro lugar. Um exemplo é o site Morena Rosa que posiciona-se em primeiro lugar e é feito totalmente em flash. Isto acontece devido as referências, links externos que direcionam para a página. Uma boa geração de conteúdo aliada a boas estratégias de assessoria de imprensa também são ferramentas fundamentais na otimização das páginas.

O assunto que mais gerou dúvida foram os links patrocinados, uma vez que as empresas precisam investir dinheiro e muitas vezes não recebem o retorno desejado. O presidente da WBI Brasil diz que os anúncios pagos oferecem benefícios como quanto quero pagar e a hora que ele irá ao ar, porém é imprescindível que eles dêem mais que 5% de retorno, caso contrário o investimento é furado. 

A WBI Brasil, consultoria que apresentou as diversas possibilidades do buscador, têm feito várias palestras por São Paulo e em outras Capitais sobre marketing digital.

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Dentre tantos benefícios que o crescimento da internet trouxe, podemos ver que alguns comportamentos, gerados por esta ascensão, implicam muitas vezes em excesso de informação, e consequentemente uma discussão superficial dos fatos. O que acontece é que o enxame de várias informações convergentes ou desconexas dificulta a seleção, do que importa e não importa, e a formação de opinião crítica diante das situações (AP. SOCIEDADE MIDÍATICA – PROF. GABRIELA PAVANATO – UNINOVE)

Digo isto porque é fato que hoje são discutidos inúmeros temas na rede, todos ao mesmo tempo, mas o ruim é que tudo virou notícia. Qualquer coisa que vá parar nos Trend Topics (assuntos mais comentados) do Twitter vira o assunto do dia ou dá semana. Mas, assim como aparecem eles desaparecem e aí concordo com a afirmação feita no parágrafo acima, que não construímos censo critico. Vejamos por exemplo o caso do Churrascão da Gente Diferenciada, na semana passada (9-15 de maio) ele foi organizado pelo Twitter e pelo Facebook, durante a semana foi o assunto mais comentado nas redes sociais e até gerou matéria para a televisão, porém nesta semana, pós churrasco, não tenho lido nada nas redes sobre o assunto. O que me faz concordar com a ideia de que não discutimos um tema profundamente, neste caso estamos lidando com preconceito entre as pessoas e o caso ficou só na mobilização, as pessoas não pararam para perceber o quanto isso é grave.

Acredito que a internet, e principalmente as redes sociais, tem se caracterizado como um grande palco para discussões sociais, porém seus usuários não a utilizam com sabedoria (ainda) e incluo nestes “usuários” até jornalistas e publicitários também. Por mais que todos se apresentem nas redes, nem todos sabem como operá-la para ser diferencial. O que quero dizer é que nem tudo que está na rede deveria estar ali. Ou quando acaba chegando lá, e realmente é importante (como um bairro querer proibir a construção do metrô para não receber “gente diferenciada”) vira mobilização e ninguém discute nada. Creio que há uma inversão dos valores.

Outro exemplo que trago para exemplificar minhas afirmações, é o casamento real. Um verdadeiro luxo, um encanto. Agora pergunto o que isto tem de tão importante, a não ser para os súditos reais, para mobilizar os veículos de comunicação ao ponto de fazerem semanas com reportagens especiais sobre o casal, como se conheceram, de onde vieram e para onde vão.

O casamento real foi um fato midiático completo, um verdadeiro reality show. Foi uma enxurrada de notícias sobre o casório e transmissão ao vivo pelo Youtube, o que gerou até produtos como bonecas, livros, aplicativos para celular, joguinhos eletrônicos e até a produção em larga escala de réplicas do anel da noiva (disponível em qualquer loja de bijuterias).

Vejo aí que, foi criada uma hiper valorização do espetáculo, de um casamento (mesmo que real) a cobertura da mídia, e os próprios organizadores do enlace que proporcionaram estas histórias para todos quantos quisessem ver e saber, fez com que o que era verdade tornasse um verdadeiro show. Todos foram seduzidos pelo encanto e charme de conto de fadas.

…fator que contribui para a valorização dos objetos expostos no palco midiático é a linguagem persuasiva. “Persuadir é, sobretudo, a busca de adesão a uma tese, perspectiva, entendimento, conceito, evidenciado a partir de um ponto de vista que deseja convencer alguém ou um auditório sobre a validade do que se enuncia. (Citelli 2005:14 – AP. SOCIEDADE MIDÍATICA – PROF.GABRIELA PAVANATO – UNINOVE)

A partir desta citação, posso dizer que fomos persuadidos a acreditar que aquilo sim era importante, enquanto para fatos que apresentam preconceito e impedem a construção de sistemas que beneficiarão a todos, fazemos um piquete no Facebook, vamos para a rua, mas termina aí (só lembrando que tudo isso é bem rápido, não passamos semanas com reportagens especiais).

O advento da internet é sem dúvida um grande bem para a sociedade, pois sabendo usá-la corretamente ela pode proporcionar um grande fórum de debate onde quase todos (digo quase, porque o Brasil é um dos países com uma das piores distribuições de renda no mundo e com um número expressivo de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza) participam e compartilham informações e interesses. O problema é que ainda vemos a inversão de valores do que é válido e do que não é. A mudança na comunicação, feita pelas redes, ainda é muito nova, por isso acredito que vamos aprender a colocar temas em pauta e discuti-los até criar censo crítico profundo, e não superficial.

 

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Você pode estar se perguntando “O que as marcas podem aprender com Barack Obama e sua abordagem de marketing de mídias sociais?”. Independente de campanha política, este é um excelente exemplo e lição que podemos aprender e levar para o mundo das empresas/marcas.

Vamos começar com uma pergunta:

 

Em 2007 quem procurava por Obama?

Ninguém, quando ainda estavam sendo feitas as prévias do partido democrata, pouca gente de fora dos EUA conhecia Barack Obama e mesmo os americanos estavam divididos entre ele e Hillary Clinton. Mas graças à sua “campanha 2.0” sua popularidade explodiu no mundo todo.

Em 2008:

  • 159 mil seguidores no Twitter
  • Quase 1000 videos postados no YouBama, além de incontáveis postados no YouTube( a busca pelo termo “Obama” retorna mais de 500.000 resultados)
  • Mais de 1000 videos de 5,5 milhões de votos para  o concurso Obama in 30 seconds- Vencedor: Obamacan
  • 14 milhões de views em apenas um vídeo no Youtube
  • Mais de 500 grupos no Facebook
  • Um grupo no Facebook com 2.3 milhões de membros
  • 3,1 milhões de doadores

Os números parecem “baixos” se comparados ao alcance de uma mídia de massa, mas formam uma comunidade de pessoas que fazem diferença, que são altamente multiplicadoras e influenciadoras.

Algumas observações:

  • Obama utilizou menos de 2% de seu budget total para ações online, o que indica a sua alta relação custo/benefício.
  • Enquanto a campanha de seu adversário McCain utilizou a internet somente como “mais uma mídia” para divulgar sua campanha, Obama explorou o potencial viral e democrático da web.
  • Obama obedeceu à máxima “Crie ações onde as pessoas estão, não onde você quer que elas estejam”

MyBarackObama.com: O centro

A campanha estava em distribuída em 16 redes sociais, mas tudo girava em torno da rede social própria, chamada MyBarackObama, na qual o usuário poderia criar seus próprios grupos de discussão, enviar recomendações diretamente à campanha, criar um mini-site próprio para arrecadar doações etc.

Mas de todas as redes sociais que Obama esteve presente, o Twitter foi sem dúvida foi a que mais chamou atenção. O principal motivo é a dinâmica da ferramenta: textos curtos e simples, o sucesso foi tanto que atribui a Obama o sucesso do Twitter, hoje ele continua usando(muito bem) e possui mais de 8 milhões de seguidores

O resultado: conteúdo gerado por usuários.

Não pense que o sucesso foi devido ele ter sido o primeiro a realizar isso, pois ele não foi.

John Edwards foi o primeiro candidato a criar perfis em redes sociais, 24 ao todo, mas os perfis não eram utilizados para interagir com os eleitores, apenas para promover o candidato(marca). Ele não foi capaz de enviar uma mensagem de agradecimento aos eleitores quando abandonou a corrida eleitoral.

Agora o que vamos aprender em 2012?

 

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Devo confessar que uma das coisas que ainda me prende no Orkut é a Mini Fazenda, o jogo em que eu me torno uma fazendeira com o objetivo de construir e administrar a minha propriedade. Digo isto porque além de achar o jogo divertido e cute, tenho a oportunidade de enviar e receber presentes de jogadores que não vejo ou falo há muito tempo.

Criada pela Vostu, a maior desenvolvedora de jogos sociais do Brasil e líder em usuários ativos do Orkut, a Mini Fazenda é o carro chefe da empresa e tem atraído usuários de várias idades que, buscam algum tipo de diversão.

Mas, na semana passada algo me chamou a atenção. Ao abrir minha fazenda havia um pedido para que eu aceitasse o presente “Semente do Carinho”. A ação trata de uma campanha da Del Valle Mais que, para divulgar seus sucos resolveu veicular dentro do maior jogo social de fazenda do Brasil. O trabalho, foi criado e produzido pela Vostu, em parceria com as agências NBS e JWT. “O Segredo é o Carinho”, nome da ação, leva itens virtuais inspirados nos néctares Del Valle Mais e enfoca o gesto de carinho como forma para cuidar de uma plantação e o segredo primordial da marca para a sua produção.

Para cuidar da minha semente, tenho pedido aos outros jogadores (vizinhos) o item especial “Regador do Carinho”. Com ele, é possível ter uma árvore saudável, bonita e com bons frutos. Quanto mais eu utilizá-lo, maior será a minha chance de conquistar o “Toque Carinhoso”, um cuidado especial que espalha carinho em toda a plantação, fazendo-a crescer imediatamente.

Achei muito interessante a campanha por dois motivos: A Del Valle Mais conseguiu utilizar um game que tem relação com a sua marca, não só na questão do cultivo das frutas (sendo esta uma das atividades da Mini Fazenda), mas também por perceber que os jogadores tem cuidado e carinho por suas fazendas, pois precisam dedicar-se a cuidar dela, caso contrário as plantações secam e não alcançam novos níveis; e em segundo lugar, isto prova o crescimento de ações de advergame, uma mistura envolvente de publicidade e entretenimento em jogos, neste caso os games sociais, jogos disponibilizados nas mídias sociais com o objetivo de reunir jogadores de todos os lugares.

Os social games mostram como as mídias sociais criam oportunidades de relacionamento entre as marcas e seus consumidores. Uma vez que a partir da interação com estes usuários é possível descobrir e levar o conteúdo de que eles necessitam.

 

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Antes de tudo gostaria de me apresentar:


Me chamo Luís Cruz, sou de Curitiba e estudo Bacharelado em Design na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), neste espaço buscarei trazer informações sobre design que, na minha visão contribuirão para o exercício do marketing, e buscarei integrá-las com os demais conteúdos do site para que possam ser apreendidas e utilizadas da melhor forma possível. Possuo um portfólio digital
luiscruzdesign.wordpress.com e recomendo a visita para aqueles que estiverem interessados em mais informações sobre design ou que estejam interessados em conhecer minha produção.

Bom, feito isso vamos ao assunto do post:

Uma das coisas mais importantes a se fazer ao criar uma marca é definir o modo como ela irá será exibida ao público, a ferramenta utilizada para isso se chama manual de identidade da marca.

O que são marcas?

Marca é o conjunto de atributos tangíveis e intangíveis que constituem a promessa em relação a uma empresa, produto ou serviço. Ou seja, são tanto as suas qualidades perceptíveis como a sua aparência (no caso de marcas aplicadas a produtos) quanto as sensações que as experiências em relação a ela podem gerar.

“Podemos dizer que é a união de atributos tangíveis e intangíveis, simbolizados num logotipo, gerenciados de forma adequada e que criam influência e geram valor. Isso requer um sistema organizacional integrado, que promete e entrega soluções diferenciadas e desejadas pelas pessoas.”

http://www.globalbrands.com.br

O que é identidade da marca?

A identidade da marca é a expressão da marca para os sentidos, não somente expressão visual e verbal como também (por que não?) olfativa, gustativa, tátil…

Sendo assim pode-se entender que o manual de marca é o documento destinado a orientar como a identidade da marca deve ser expressa.

é um documento técnico, concebido por designers gráficos, contendo um conjunto de recomendações, especificações e normas essenciais para a utilização de uma determinada marca, com o objetivo de preservar suas propriedades visuais e facilitar a correta propagação, percepção, identificação e memorização da marca.”

http://pt.wikipedia.org

Por que o manual é importante?

Além de facilitar a correta propagaçãopercepção,identificaçãomemorização como foi descrito acima, o manual trás como benefícios:

  • fidelização dos clientes ( bons serviços que podem ser recordados estimularão o cliente a repetí-los quando necessário)
  • a diferenciação dos concorrentes (marcas com identidades bem estabelecidas serão mais facilmente reconhecidas frente ao ‘mar’ de marcas, símbolos, anúncios aos quais somos expostos diariamente)
  • facilita a compra para o consumidor e a venda para a equipe de vendas.

Itens de um manual de identidade de marca:

“As recomendações, especificações e normas geralmente tratam de:

  • explicar a lógica construtiva da marca – dos elementos que a compõem (ex. símbolo, logotipo e designações;
  • estabelecer as variações formais da marca (ex. assinaturas vertical, horizontal etc.;
  • explicar a organização dos elementos que compõem a marca em cada variação formal (ex. símbolo, logotipo e designações;
  • estabelecer as dimensões mínimas de reprodução para preservar a legibilidade em função de cada um dos diversos meios de reprodução gráfica, assim como nas diversas mídias disponiveis no mercado;
  • indicar as especificações técnicas das cores utilizadas na marca, para garantir a fidelidade da cor em cada um dos diversos meios de reprodução gráfica, assim como nas diversas mídias disponiveis no mercado.
  • regulamentar a aplicação da marca em diferentes condições de impressão e fundos de cor.
  • explicar aspectos particulares da marca no contexto e complexidade onde esta vai funcionar.
  • demonstrar algumas situações de aplicação da marca a serem evitadas

Um Manual de Identidade Visual pode ser mais ou menos extenso em função da complexidade do contexto onde a marca a que se refere terá de funcionar. Por exemplo, um manual para uma marca de uma agência de viagens poderá requerer menos especificações que por exemplo, o manual para uma marca de uma rede de supermercados – onde neste caso, pode existir a necessidade de especificar as soluções de aplicação da marca em uniformes, veículos, embalagens, sinalização exterior, interior etc.”

http://pt.wikipedia.org

Abaixo exemplos de manual de identidade da Oi (empresa de telefônia) e do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência)

http://www.slideshare.net/ (manual da Oi)

http://www.designcomlimao.com (manual do SAMU)

 

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Que o Facebook está na moda e o Orkut não, todo mundo vê. É possível que o Orkut não vá morrer, como muitos videntes anunciam, porém é fato que a rede social de Mark Zuckerberg inovou e agregou conceitos até então desconhecidos.

O objetivo deste post é listar os principais pontos que tornam o Facebook único e inovador. Confira:

Engajamento.

Segundo Leandro Kenski, CEO da Media Factory: “A elevação da presença digital nas organizações é um dos principais desafios para que elas realizem campanhas integradas de redes sociais com foco no aumento de visibilidade e branding online. E esta nova plataforma pode criar um canal de comunicação direto com o cliente, otimizando o relacionamento e aumentando o engajamento com a marca.” Via HSM.

Oferta de Aplicativos

De acordo com Fernando Passini da Info.com os aplicativos representam um grande diferencial do Facebook. Veja abaixo alguns motivos para tal:
A existência de um número enorme de aplicativos e, inclusive, muitos em português.
A possibilidade de integração com outras redes sociais como Facebook e Twitter.
Capacidade de mobilização social e entretenimento.

Botão Curtir

Trata-se de uma grande sacada do Facebook. Ao incorporar o botão curtir na própria rede social e em sites externos, o Facebook proporcionou uma maneira instantânea de comunicar algo positivo em rede. Ao fazer isso, ele possibilitou uma interação fácil para os dispositivos mobile e que pode acontecer em tempo real. Para os sites externos que aderiram, trata-se de um incrível aumento de tráfego para o seu site.

Um dos conceitos mais interessantes é o de integração. O Facebook pretende integrar tudo que estiver ao seu alcance: chat, email, rede social, sites e até mesmo estar presente nos principais portais de cada país. Como é o caso do Uol no Brasil. Eu, pelo menos, já ouvi diversas vezes a frase: “Poxa, ia ser tão legar se o Gmail tivesse um botão de Curtir..”

Conclusões

Tentei expor aqui, alguns dos muitos diferenciais do Facebook. Possivelmente, a rede social possui muitos outros segredos escondidos que ainda não compreendemos bem. O fato, no entanto, é que toda essa interação através do site disponibiliza uma enorme base de dados de preferências de consumidores que podem ser cruzadas com informações de anunciantes, entre outros.


Fonte: ecommercenews.com.br

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